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Port Electrochim Acta

AVANÇOS TECNOLÓGICOS DO PONTO DE VISTA QUÍMICO
(Preparado por membros da Sociedade Americana de Química, sob a orientação do Prof. Attila Pavlath)

 

Infelizmente, o público em geral nem sempre compreende a extraordinária contribuição que a Química tem vindo a dar para o progresso e bem-estar da Humanidade. A Sociedade Portuguesa de Electroquímica pretende dar um contributo para o esclarecimento da população em geral acerca do relevante papel da Química, incluindo a Electroquímica, para a actual civilização, e assim se divulga um trabalho preparado por membros da American Chemical Society (ACS), sob a orientação do Prof. Attila Pavlath. Estamos autorizados para tal pelo próprio Prof. Attila Pavlath que, numa conversa pessoal com o Editor da Portugaliae Electrochimica Acta em 15 de Outubro de 2010, na Assembleia Geral da EuCheMS, em Bled, Eslovénia, não só o autorizou, mas lhe facultou todo o conteúdo em versão digitalizada. Estamos assim muito agradecidos à ACS, bem como à Profª Veronika Nemeth e a Ms. Nora Ridegt, pelas respectivas colaborações.

 


Será bom que o público compreenda que há, e sempre houve, produtos químicos perigosos: desde o Antigo Egipto e das civilizações pré-colombianas do continente americano, que produtos químicos são usados maleficamente, como por exemplo os venenos postos na comida, ou nas pontas das flechas. Também os romanos usaram extensivamente um produto químico artificial, o chumbo, para canalizações, e só 2000 anos depois se descobriu ser isso nocivo para a saúde (pois só agora vivemos em média mais do dobro do tempo). Similarmente, outro produto químico, o mercúrio, era extensivamente usado na Idade Média, quer ingerido como purgante, quer no fabrico de chapéus, etc., e agora até os termómetros clínicos de mercúrio queremos banir. Infelizmente, há muitas pessoas que não compreendem que qualquer porção de matéria é um produto químico, ou melhor, uma complexa mistura de produtos químicos. Aliás, o produto químico que anualmente mais mortes causa (por afogamento), é aquilo que representamos por H2O, a que poderíamos chamar hidreto de oxigénio, óxido de hidrogénio, etc., mas a que todos chamamos ÁGUA. Realmente, ouve-se muita gente a falar, por exemplo, de “agricultura sem produtos químicos”: seria impossível. Talvez pretendam dizer “sem adubo de produção industrial” (fundamentalmente nitrato de potássio) e sem pesticidas artificiais, mas obviamente com os produtos químicos água e sais minerais da terra, oxigénio, azoto e dióxido de carbono do ar, etc., etc. Naturalmente que a utilização de um excesso de adubo deveria ser legalmente considerada criminosa, pela poluição que causa aos lençóis de água, mas considerar os profissionais de química (ou esta ciência) culpados por isso, seria o mesmo que culpar os agricultores pelos malefícios provocados pela comida excessiva. Bem pelo contrário, tem sido a Química que tem significativamente ajudado a detectar e remediar a quase totalidade desse tipo de problemas, desde o do chumbo, do mercúrio, dos pesticidas, etc. Como a exposição bem demonstra, foi A Química que, com o desenvolvimento da síntese do amoníaco e consequentemente a produção em larga escala de nitrato de potássio no início do séc. XX, salvou a Humanidade de uma gigantesca mortalidade pela fome, como nessa altura era praticamente adquirido, pois os terrenos agrícolas estavam “esgotados” na sequência do significativo aumento da população após a Revolução Industrial.

 


Portugaliae Electrochimica Acta
Os Editores

Victor M.M. Lobo
Artur J.M. Valente
Jorge Costa Pereira

 


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